Olá! Hoje vou explicar-te o porquê de eu não estar nas redes sociais. Antes de avançar quero esclarecer que esta é apenas a minha opinião baseada na minha própria experiência de uso e de ausência das mesmas. Não deves assumir que sou contra ou a favor porque não há vencedores ou vencidos.
Desde há muitos anos que tenho apostado na divulgação do meu trabalho através de páginas web com domínios próprios. Isso permite-me criar uma identidade única com um grafismo que está alinhado com aquilo que pretendo expressar. A minha forma de estar na vida, é valorizar o Ser humano pelo que é – independentemente das “normais etiquetas de bom ou mau” – é compreender que o Ser humano só por existir é suficiente – é disso que falo na palestra “Alcançar a felicidade sem mudar”.
Com esta compreensão torna-se incompatível estar nas redes sociais que promovem a divisão e a comparação, levando os Seres humanos a preferirem, tornar-se no que é expectável e agradável para a maioria dos utilizadores, em detrimento das suas características únicas. É como uma actuação em que todos têm de aplaudir. Nas redes sociais, tal como nas relações, quando um dos indivíduos fica “viciado” em ser apreciado torna-se dependente daquilo que o outro quer e perde aquilo que o torna único e especial – e eu sei do que falo porque já fiz isso. Há um outro factor que me agrada em relação ao facto de ter um domínio próprio e uma página web com alojamento pago – a liberdade de só lá ir quem realmente quer.
Para mim isto é fantástico porque liberta as pessoas da escravidão de me seguirem. Quando abandono as referências, os gurus e as filosofias sou convidado a tomar o meu grande poder que é Ser eu próprio. Com um bocadinho de pensamento crítico surge a questão: Se eu souber quem sou, tenho a necessidade de obter uma validação exterior? A resposta é não. A confusão termina e a busca também. Assim sendo torna-se claro que não pretendo ter seguidores nem assinantes porque não precisas de mim para te dizer que és um Ser maravilhoso – tu já sabes que és. Bem-hajas por existires. Tem um dia feliz. Um abraço, Rui Sousa
